Domingo, 10 de Junho de 2007

AQUECIMENTO GLOBAL_NOTÍCIA

 

   Tomamos hoje a liberdade de publicar parte de uma notícia, saída no Diário de Notícias, que nos alerta, mais uma vez , para o problema do Aquecimento Global.

 

 

Portugal poderá ter furacões



FILOMENA NAVES

 

 

Com o aquecimento global, o Atlântico poderá ter mais tempestades

Chegou a temer-se um furacão, mas quando chegou à costa Norte de Portugal, no Outono de 2005, o Vince já era só tempestade tropical. Choveu muito, o vento foi um pouco mais forte, e pronto. Mas para Peter Hoeppe, cientista sénior da Munich Re, a maior resseguradora (seguradora de seguradoras) do mundo, o Vince foi sobretudo um sinal. O de que Portugal e a Europa poderão estar na rota dos furacões, nos próximos 20 anos.

A culpa, diz o especialista, é das alterações climáticas e o facto de o Vince ter existido - e de ter chegado à Península Ibérica - é a melhor demonstração de que algo está a acontecer nas águas do Atlântico em consequência do aquecimento global.

Para Hoeppe, além das crescentes perdas humanas que estes fenómenos climáticos acarretam, os prejuízos, que nesta última década dispararam, e que ele prevê que continuem a crescer, são uma verdadeira dor de cabeça.

Em entrevista à Bloomberg, citada pela Lusa, o especialista da Munich Re prevê que nos próximos 20 anos um tempestade pode originar perdas de 74 mil milhões de euros.

Para se perceber a dimensão que os prejuízos já estão a assumir, aqui um exemplo avançado pelo especialista da Munich Re. Em 2004, o estado da Flórida foi atingido por quatro furacões de grande intensidade numa única temporada, o que por si só foi um recorde absoluto desde que os Estados Unidos fazem registos de furacões. Os custos ascenderam a cerca de 70 mil milhões de euros - outro recorde.

(http://dn.sapo.pt/2007/06/10/sociedade/portugal_podera_furacoes.html)

 

 

 


 

publicado por energiaebjosesaraiva às 12:39
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Sábado, 26 de Maio de 2007

O turismo, o comércio e o aquecimento global

Em meados de Junho, o glaciar austríaco de Pitztal  começa a derreter, correndo pelas montanhas tirolesas abaixo em riachos de água gelada que, como acontece aos europeus em Agosto, acabam por perder-se algures numa praia. No entanto, para os proprietários de uma estância de ski num glaciar, quatro meses de degelo constituem fonte de grande preocupação. Por isso, os proprietários da estância de ski do glaciar de Pitztal decidiram experimentar uma solução radical: encomendaram enormes cobertores brancos sintéticos e estenderam-nos sobre seis hectares do glaciar para o manterem fresco durante o Verão. A estratégia parece funcionar: o degelo abrandou. Agora, as zonas de ski da Alemanha e da Suíça também estão a embrulhar artesanalmente pelo menos parte dos seus glaciares. (…)
“É bastante normal que os glaciares estejam a ganhar ou a perder massa”, o que não é normal, segundo os climatologistas, é a velocidade a que isso sucede.
Não se pode embrulhar uma cordilheira inteira num cobertor. 
Mas os cobertores também não serão suficientes para proteger os Alpes.
Adaptado de : National Geographic  Fev/2006
publicado por energiaebjosesaraiva às 00:05
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